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domingo, 20 de janeiro de 2013

Seminário de Psicologia Arquetípica – Março de 2013 "As Dores da alma” As novas formas do sofrimento psíquico de uma civilização em transição - Perspectivas pós-junguianas



Seminário de Psicologia Arquetípica – Março de 2013 



                 "As Dores da alma”
As novas formas do sofrimento psíquico de uma civilização em transição - Perspectivas pós-junguianas 


"Uma teoria é exatamente como uma caixa de ferramentas. Nada a ver com o significante... É preciso que isso sirva, é preciso que isso funcione (...) como um par de óculos voltados para fora; pois bem, se eles não lhe caem bem, peguem outros, encontrem vocês mesmos seu aparelho que, forçosamente, é um aparelho de combate."  Gilles Deleuze


"Não quero dizer que devemos agora voltar á Grécia e esquematizar a psicopatologia segundo a mitologia clássica, encontrando a raiz divina da síndrome. Isto equivaleria a considerar as síndromes literalmente e os Deuses como seus emblemas ou como mecanismos causais por detrás delas. Isto seria instrumentalizar o mítico, o que significa nada menos do que usar os Deuses. Não estamos à procura de uma nova patografia baseada em figuras míticas (...). Antes, a tarefa é em primeiro lugar repensar, ou melhor, reimaginar a psicopatologia examinando o comportamento com olhos míticos e escutando os relatos como histórias". - J.Hillman


Programa do seminário
  • Individuação e a dor de existir
  • O desafio da clínica junguiana diante da medicalização da existência
  • A psiquiatrização da vida cotidiana e a perda da realidade psíquica
  • A melancolia da Anima
  • Interpretações patológicas ou o Patologizar como interpretação?
  • O Sol Niger da adolescência
  • Complexos tristes e imagens melancólicas
  • Melancolizar: uma forma específica do patologizar
  •  A  Profusão maciça da presença do DSM na polis e sua repercussão na clínica
  •   Os adolescentes e suas relações com os eixos horizontais e não verticais das figuras da lei
  •  As falências e reinvenções das questões de gênero masculino e feminino
  • A ausência de Eros e o império depressivo
  • Das imagens tristes em direção à tristeza como imagem.
  • O exercício do "ver através" do espelho: a clínica arquetípica em tempos de narcisismos exultantes
  • "De onde vem tanta gente?: irrupção da ansiedade e teoria dos complexos
  •  A precariedade dos vínculos amorosos  diante da exigência da descartabilidade preconizada pela cultura
  • Depressão: melancolia sem deuses
  • O corpo em Pânico: um bode solto na cidade
  • As novas formas de psicose assintomáticas
  • Bioidentidades, biopolíticas e o "fazer alma" como  defesa da subjetividade
  • É possível personificar a angústia?
  • Casos clínicos:
        a) "Imagens devastadas de uma mulher melancólica"
        b) "Enfim, a depressão: a história de um homem"
        c) "Uma criança triste"


São Paulo
Data: 22 de  Março de 2013- Sexta feira das 10hs às 13hs.
Valor: 150 reais por encontro
Local: Local: Rua Pamplona, 1018, cj.33. Jardim Paulista - metrô Trianon-Masp
 
LOCAL: São Paulo e Rio de Janeiro


Coordenação: Marcus Quintaes

Psicanalista Junguiano. Membro fundador do Grupo Himma: Estudos em Psicologia Imaginal (SP), Membro fundador do Projeto Rubicão: Travessias Junguianas (RJ), Membro da International association for Jungian Studies (IAJS), Pós-Graduado em Saúde Mental- UFRJ e coordenador de Seminários sobre Psicologia Arquetípica de James Hillman e Pensamento Pós-Junguiano no Rio de Janeiro e São Paulo. Autor do livro “Letras Imaginativas: Breves ensaios em Psicologia Arquetípica”.
INSCRIÇÃO e informação: mvquintaes@gmail.com

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